QUEM SOMOS?

O Instituto iCorps Brasil é uma organização formada para atuar na área de Inovação, através de:

  • Criação, capacitação e aceleração de startups inovadoras;
  • Transferência dos resultados das pesquisas Acadêmicas através de startups;
  • Melhoria da competitividade do setor produtivo através de parcerias com startups inovadoras;
  • Criação e operação de Ecossistemas de Startups Inovadoras.
O QUE FAZEMOS?

Nosso objetivo é promover a criação, treinamento e crescimento de startups de base tecnológica, que sejam competitivas internacionalmente.

Queremos estimular a criação de startups a partir dos importantes resultados das pesquisas de nossas Universidades e Institutos de Pesquisa e fazer com que  as startups sejam vetores de inovação para a transformação do nosso setor produtivo.

No treinamento, usamos a metodologia do “customer development” , idealizada pelo Prof.  Steve Blank, das Universidades de Stanford e Berkeley, para alcançar os seguintes objetivos:

  1. Acelerar a transferência dos resultados das pesquisas de Universidades e Institutos para o setor produtivo, através da criação e desenvolvimento de novas startups em setores com alto valor agregado;

  2. Promover o empreendedorismo entre professores e alunos de nossas Escolas,  Universidades e Institutos de Pesquisa;

  3. Melhorar a competitividade das empresas brasileiras no cenário mundial, através de parcerias com startups inovadoras;

  4. Estimular a internacionalização das nossas empresas visando o acesso competitivo ao mercado mundial.

     5.Criar um movimento em nossos municípios e estados para se tornarem efetivos locus de startups inovadoras e competitivas

 
NOSSA HISTORIA

Acreditamos que a inovação e o empreendedorismo são essenciais para que o Brasil possa se tornar um importante player no cenário internacional. E que o movimento de criação de startups inovadoras e competitivas é o melhor caminho para gerar um setor produtivo capaz de concorrer no mercado mundial.

Hoje temos no País diversos projetos voltados à criação de novas empresas. Mas, pouquíssimas delas são competitivas em condições de competir no mercado internacional. Mesmo nas áreas onde temos vantagens comparativas, raramente temos notícia de empresas competindo pela liderança mundial, exceto nos setores de commodities.

Há muito que precisamos fazer, se quisermos que o Brasil seja capaz de se tornar um polo de geração de empresas globais. Todos os países almejam o sucesso de Silicon Valley e alguns centros, como Tel Aviv, Londres e Berlin, conseguiram montar um ecossistema inovador, adaptado à sua realidade local, que se auto alimenta com o sucesso das suas startups no mercado mundial.

A metodologia do “Customer Development” é a base do programa norte americano chamado i-Corps, que começou na National Science Foundation em 2011, visando transferir para o mercado o resultado das pesquisas financiadas pela agência. Isto mostra que, mesmo nos Estados Unidos, com importantes polos científicos e uma liderança nas novas tecnologias, existe uma preocupação em aumentar o retorno do investimento público nas pesquisas acadêmicas, implantando um mecanismo para transferir os resultados, de modo a promover um novo sistema produtivo ajustado ao estado da arte das novas descobertas científicas e tecnológicas.

Hoje, o i-Corps é adotado por toda a administração federal dos Estados Unidos e está treinando os pesquisadores das Universidades que realizam projetos financiados pelo Departamento de Defesa, Energia, Agricultura, Saúde, Educação, NASA, etc. E também todas as startups apoiadas pelos programas do Small Business Innovation Research. 

Por estas razões, decidimos criar o Instituto iCorps Brasil, que nasce com uma visão internacional e que pretende atuar através do treinamento das equipes de startups oriundas das pesquisas cientificas e tecnológicas e das equipes de empresas já estabelecidas interessadas em inovar para se tornarem competitivas no mercado mundial.

Aqui no Brasil temos que destacar a liderança da Fapesp, que desde 2016 tem promovido um projeto de treinamento das startups que passam pelo seu programa PIPE – Programa de Inovação de Pequenas Empresas. Na Fapesp já foram capacitadas mais de 300 startups na mesma metodologia usada nos Estados Unidos. Também destacamos as iniciativas do Hospital das Clínicas e Faculdade de Medicina da USP, da Escola Politécnica também da USP, do Instituto Agronômico de Campinas, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.